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ARROZ COM AMENDOIM

arroz

Não tinha ainda experimentado comer arroz com amendoim, ou melhor não tinha me tocado como é bom de sabor. Ficou muito bom, vai bem com qualquer tipo de alimento como complemento e fica fino para servir aos seus convidados. Sirva no almoço ou jantar sem pestanejar que será um sucesso.
Para preparar aos seus convidados meça 1 xícara de café por pessoa de arroz para não haver erro de faltar e ainda sobrará um pouco. O melhor de tudo que é super rápido por ser preparado na panela de pressão. Não poderia ser mais fácil.

6 xícaras (chá) de arroz branco lavado e escorrido
1 colher (chá) de óleo de canola
1 colher (chá) de tempero pronto de alho e sal
1 cebola grande picada
1 xícara (chá) de amendoim torrado sem casca
Água

Na panela de pressão antiaderente coloque o óleo, tempero pronto, e a cebola, leve ao fogo alto até que doure sempre misturando bem.
Coloque o arroz misture bem para refogar e junte o amendoim, misture coloque a água até cobrir o arroz dois dedos acima. Tampe a panela e deixe no fogo alto por 6 minutos, desligue o fogo deixe descansar por 20 minutos para abrir a panela. Mexa todo o arroz para que fique bem solto e envolvido com o amendoim coloque numa travessa e sirva. Quando for preciso aquecer faça isso no micro. Pode ser congelado já dividido em porções.
Rende 6 porções bem fartas.
Minha dica: você pode preparar dessa maneira o arroz branco com milho, legumes variados, cenoura ralada ou o que preferir.

Purê de raizes

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Purê é sempre bom de qualquer sabor tanto para adultos ou crianças, vale a pena investir e preparar essa maravilha.
A mandioca ou macaxeira ou aipim é uma raiz comestível excelente fonte de carboidratos, alto valor energético, rica em sais minerais, como cálcio, ferro, fósforo, vitaminas do complexo B e grandes quantidades de potássio. Rica em amido, não possui glúten, ótimo para as pessoas portadoras da doença celíaca.
Cará é um tubérculo rico em carboidratos, energético, possui grande quantidade de vitaminas do complexo B, B1, B2, B5, B6, rico em fibras solúveis.
Batata contém vitaminas do complexo B e C, fósforo em boa quantidade, ferro, potássio e cálcio. E uma fonte importante de amido.

500 gramas de mandioca de preferência já descascada e embalada
1 cará grande redondo ou 2 pequenos descascados e lavados
3 batatas descascadas lavadas
1 cebola grande picada
1 colher (chá) de óleo de canola
1 colher (chá) de tempero pronto de alho e sal
1/2 xícara (chá) de água
Salsa e cebolinha picadas para polvilhar depois de pronto
Azeite um fio para polvilhar

Coloque as mandiocas lavadas e o cará  na panela de pressão cubra com água, tampe a panela e leve ao fogo alto até chiar, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 30 minutos.
Cozinhe as batatas separadamente até que fiquem bem amolecidas, e esprema no espremedor de batatas ou amasse com um garfo e transfira para uma vasilha.
As mandiocas e o cará poderão serem espremidos com garfo, mas o mais fácil é usar o processador de alimentos.
Misture tudo muito bem e reserve.
Numa  panela coloque o óleo, cebola, e o tempero pronto de alho e sal, tampe a panela e leve ao fogo alto até dourar e misturando sempre, acrescente a água deixe cozinhar mais um segundo e desligue o fogo.
Jogue esse refogado no purê e misture bem, polvilhe a salsa e cebolinha a gosto, acrescente o fio de azeite.
Sirva quente com peixe, carne ou frango acompanhada de salada de legumes com folhas.
Rende 5 porções fartas.

 

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Estas duas receitas são como sabem especialidades árabes muito apreciadas por todos os povos.
Aqui no Brasil encontramos vários restaurantes de origem árabe que oferecem vários pratos típicos, que são uma delícia.
São duas receitas práticas com pouca gordura, saborosas e fáceis de preparar.

 

Kibe de assadeira

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400 gramas de carne moída sem gordura
1 xícara de trigo para kibe
Salsa e cebolinha picadas a gosto
1 colher (café) de orégano
1 cebola média picada
1/2 maço de hortelã bem lavada e picada
Caldo de 1 limão
1 colher (chá) de sal
1 colher (sobremesa) de óleo de canola
1 colher (chá) de temperos secos de cebola, alho e salsa
1 colher (chá) de pimenta síria

Deixe o trigo de molho com água morna dois dedos acima do trigo por 20 minutos.
Se houver água escorra bem, mas com essa quantidade de água não será preciso escorrer pois ficará totalmente absorvida pelo trigo.
Numa vasilha coloque a carne o trigo, misture bem e acrescente todos os ingredientes misturando bem.
Para que fique bem alto coloque toda essa mistura numa assadeira pequena retangular e untada com óleo, espalhando bem para que fique uniforme.
Leve ao forno para assar de 20 a 30 minutos até que doure.
Na hora de servir espremer 1/4 de limão por cima do kibe e um fio de azeite mais arroz branco e a salada de tabule, não é preciso mais nada o prato está completo.
Minha dica: se não tiver pimenta síria faça uma mistura que dará o mesmo resultado
Cravo da índia em pó, canela, pimenta do reino ou a pimenta com cominho avermelhada bem cheirosa.
Medida: uma colher de chá é o suficiente.

Rende 4 porções grandes.

 

Tabule

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1 pé de alface americana lavada escorrida e picada
1/2 xícara (chá) de trigo para kibe
1 1/2 pepino japonês sem casca lavado e picado
2 tomates lavados e picados
Salsa e cebolinha picadas a gosto
1 colher (café) orégano
1/2 maço de hortelã lavada e picada
Caldo de 1 limão
1 colher (sobremesa) de azeite extra virgem
1 colher (chá) de sal

Numa vasilha pequena coloque o trigo para kibe de molho com água acima dois dedos por 20 minutos.
Coloque numa vasilha o trigo hidratado, alface e o restante dos ingredientes misturando tudo muito bem.
Transfira para um pote tampado e leve a geladeira.
Faça com um tempo de antecedência para que na hora de servir esteja gelado.
Dica: que aprendi com a Nice, que trabalha no supermercado onde costumo fazer as minhas compras. Ao comprar o maço de hortelã guarde na própria embalagem sem lavar dentro de um pote tampado na geladeira. Assim ficará conservado, só lave na hora em que for usar.
Minha dica: gosto muito da alface americana pelo sabor e textura, normalmente vem embalada num isopor com plástico aderente. Retiro a alface da embalagem enrolo em 4 folhas juntas de papel toalha e coloco dentro de um saco plástico limpo e guardo na geladeira. Retiro a quantidade de alface a ser usada lavo muito bem deixo de molho com água e um pouco de vinagre branco de 20 a 30 minutos escorrer bem e usar. O restante da alface trocar o papel se estiver umedecido, colocar dentro do plástico e volta a geladeira. A alface tem uma boa durabilidade dessa forma.
Se usar toda a alface, deixe de molho bem lavada com água e 3 colheres de sopa de vinagre branco de 20 a 30 minutos. Escorra bem e estará pronta para ser usada.

Se houver sobras do tabule, guarde num pote tampado na geladeira, até o dia seguinte
Rende: 6 porções.

Sopa Paraguaia?

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Você como eu vai pensar ao ler, como assim sopa Paraguaia????
Só quando preparei a receita entendi melhor fica parecendo mesmo uma sopa, mas depois de ir ao forno é que fica uma torta.
Essa iguaria é bastante consumida pelos paraguaios, desde a guerra do Paraguai, onde os camponeses paraguaios e os soldados que levavam para os campos de batalhas por ficarem bem alimentados.
Se criou uma lenda que na época da guerra, por ser mais prático não levar líquidos acabaram colocando mais milho na receita que acabou virando uma torta.
Mas essa iguaria até hoje é muito consumida também no Mato Grosso do Sul, desde o café da manhã, almoço e jantar. Os turistas se deliciam com essa iguaria.

Existe uma lenda que diz que uma cozinheira errou a receita ou se distraiu e o caldo que deveria ser uma sopa acabou engrossando, então foi colocado mais farinha de milho na panela e acabou virando uma torta. Quando foi servir o jantar no lugar da sopa foi servida a torta.
O dono da casa era então o ditador Carlos López do Paraguai entre 1844 e 1862. Ele gostou tanto da iguaria que passou a ser servida dessa maneira e o nome se conservou como Sopa Paraguaia.

500 gramas de milharina
2 latas de milho
3 cebolas picadas
2 ovos batidos
1/2 xícara (chá) de óleo de canola
1 pacote (50g) de queijo parmesão ralado
1 pedaço de queijo fresco
1 litro de leite desnatado fervente
1 colher (sopa) de fermento em pó
1/2 colher (sopa) de açúcar cristal
1 colher (chá) de sal

Bata o milho no liquidificador com 1 xícara e 1/2 de água e reserve.
Refogue numa panela as cebolas com 1 colher chá de óleo de canola até que fiquem bem douradas.
Junte o leite fervente sempre misturando, o milho a milharina aos poucos, o açúcar, os ovos, e o sal.
Adicione pedaços de queijo fresco e por último o fermento em pó misture muito bem, espalhe o óleo por cima do queijo ralado.
Aqueça o forno em 200 graus, coloque a massa numa assadeira retangular untada com um fio de óleo bem espalhada em toda assadeira, coloque a massa espalhe bem para que fique bem uniforme leve ao forno por mais ou menos 30 minutos até que fique dourada e assada.
Deixe esfriar por uns 6 minutos antes de cortar em quadrados e desenformar.
Sirva quente. Rende uma assadeira grande guarde em um pote tampado na geladeira se sobrar.

amendoim

Essa receita estava bem esquecida no meu caderno antigo e a folhear achei uma boa, estou repassando para vocês.
Muito fácil poucos ingredientes, mas é preciso ter paciência por ser bem demorada no seu preparo.
Não use fogo alto em nenhum momento pois fica tudo preto e a receita não será a mesma na cor e sabor.
Faça quando estiver a fim e capriche para que fique perfeita, e não abuse é calórica sendo uma boa sugestão para quando receber visitas.

500 gramas de amendoim cru com casca
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
2 xícaras (chá) de açúcar cristal
1 xícara (chá) de água
1 colher (chá) de baunilha
1 colher (sopa) de fermento em pó

Coloque todos os ingredientes numa panela misture bem leve ao fogo baixo, sempre misturando até que todos os amendoins fiquem totalmente secos na cor marrom e desgrudem do fundo da panela.
Coloque-os dentro de uma assadeira para que sequem fora do fogo ou forno.
Conserve-os dentro de um pote de vidro rosqueado.

micro

 

Você sabe o que vem a ser bisfenol? Já ouviu falar?
O nome até pode parecer estranho, mas esta composição proibida em alguns países, não é o caso no Brasil infelizmente.
Aqui o bisfenol que é um componente que se usa nos potinhos plásticos aqueles usados para esquentar comida no micro. Pois é, ao fazermos isso estamos liberando o bisfenol, que ao ser ingerido pode alterar o hormônio da tireoide, contribuir para o aumento de peso.
Estudos indicam que os malefícios vão além e podem causar câncer de mama e próstata. Esta substância pode ser cancerígena, causar problemas hormonais e cardíacos. Ao entrar em contato com o organismo, o bisfenol pode afetar o sistema endócrino, aumentar ou diminuir a ação de hormônios naturalmente produzidos pelo corpo, gerando infertilidade, modificações de órgãos  sexuais internos, endometriose e câncer. Fetos e crianças são atingidos mais gravemente pelo bisfenol pelo fato de estarem em desenvolvimento”, explica a Dra. Andreza Giosa dos Santos, nutricionista da AGSaúde.


Dicas que fazem toda a diferença

  • Trocar os recipientes de plástico por recipientes de vidro, ou porcelana ou aço inoxidável.
  • Nunca aquecer alimentos em recipiente de plástico no micro.
  • Não utilizar copos de plástico para ingestão de bebida alcoólica.
  • Respeitar a validade de produtos embalados, incluindo água, refrigerante, loção e sabonete liquido.
  • Para bebês procurar produtos e utensílios livres de bisfenol.

Muito além dos plásticos, o bisfenol marca presença também em latas de sardinha, ervilha, entre outros.
“O bisfenol é utilizado na fabricação de policarbonato, um tipo de resina usada na produção da maioria dos plásticos e também na resina epóxi, utilizada na fabricação de revestimento interno das latas que acondicionam alimentos para evitar ferrugem e prevenir a contaminação externa”, afirma.

Fique ligado
Sabe aquele velho hábito de esquentar comida no pote de plástico dentro do micro? A partir de agora é preciso rever seus conceitos, pois ao fazer isso pode aumentar o poder nocivo do bisfenol. “O bisfenol é liberado em maiores quantidades quando o plástico é aquecido. Ele se desprende do utensílio e contamina os alimentos”, diz Andreza.
Vários são os problemas de saúde que a composição pode causar como aumento de peso, disfunção da glândula da tireoide e outras disfunções e desequilíbrios endócrinos, pode causar danos neurológicos, câncer de mama, crescimento da próstata, anomalias no sistema reprodutor e no comportamento sexual, pode afetar o coração, provocar aborto, prematuridade, restrição ao crescimento intrauterino, pré-eclâmpsia.
Algumas pesquisas já sugerem que o bisfenol tem um potencial câncerigeno, podendo causar câncer de próstata e de mama, destaca.
Diferente de alguns países como Canadá, Dinamarca e Costa Rica, por aqui o bisfenol A só tem restrição na produção das mamadeiras. “No Brasil mamadeiras com bisfenol A estão proibidas de serem comercializadas. Para as demais aplicações, o bisfenol A ainda é permitido, mas a legislação estabelece limite máximo de migração específica desta substância para o alimento, definida a partir de estudos toxicológicos”, fala Andreza.
A melhor maneira de evitar a ingestão do bisfenol é seguir alguns cuidados, praticar algumas mudanças na rotina diária no quesito conservação consumo dos alimentos.
“Usar mamadeiras e utensílios de vidro ou bisfenol free para bebês, não esquentar e nem levar ao freezer alimentos e bebidas  condicionadas no plástico, evitar o consumo de alimentos e bebidas enlatadas, evitar pratos, copos e outros utensílios de plástico, descartar utensílios de plásticos lascados ou arranhados, e verificar se as embalagens plásticas que está utilizando têm bisfenol ou não (evitar as que têm número de reciclagem 3 e 7)”, finaliza.

Fonte: Dra. Andreza Giosa dos Santos, nutricionista da AGSaúde


Minha dica

  • Sempre retire o alimento do isopor que é maléfico para a saúde.
  • Jamais faça qualquer alimento em latas.
  • Essa nova moda fazer pudim na lata é um veneno.
  • Panelas precisam ter boa qualidade para o uso e não causar problemas de saúde, jogue fora panelas riscadas.
  • Não use sacos plásticos para cozinhar alimentos, assar no forno convencional ou no micro.

 

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