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Como  eu e o meu marido muitas pessoas que estavam no plano da Golden Cross e foram empurrados para a UNIMED, devem estar se sentindo da mesma maneira.
Desamparados, revoltados, com muita raiva de pagar caro pontualmente há 28 anos e chegar na velhice quando mais precisamos não poder mudar de plano porque não aceitam mais velhos.
Que país é esse? Que não respeita nada?
A UNIMED comprou a carteira da Golden Cross porque? Para nos dar o pior? E pagando caro?
A Golden Cross tinha ótimos laboratórios, ótimos hospitais, sem espera de consultas tanto nos consultórios e exames.
Hoje nada temos de bom, só muquifos e ainda longe de casa.
Isso não pode continuar assim alguém precisa mudar essa grande injustiça.
Se a UNIMED comprou toda a carteira da Golden Cross, tinha que nos dar a mesma cobertura a que temos direito e não essa mediocridade que estão nos empurrando.
Se você se encontra na mesma situação que eu e o meu marido me escreva vamos nos unir e acabar com essa situação vergonhosa, repasse para os seus parentes e amigos este post, não podemos aceitar essa porcaria que estão nos dando e ainda pagamos por ela.
Chega de tanta injustiça.
Fica aqui registrado toda a minha revolta e pedido de SOCORRO.

Estudos apontam que aproximadamente 1 em cada 3 pessoas no Brasil vai desenvolver essa doença durante a vida. Entretanto, por meio de vacinação podemos mudar essa realidade.

  • O que é essa doença?
    O Herpes zóster, popularmente conhecido como “cobreiro”, é causado pelo mesmo vírus da catapora, tão comum nas crianças. Quem teve catapora na infância mantém o vírus adormecido no sistema nervoso durante a vida. Quando existe uma queda da imunidade, é possível ocorrer a sua reativação e o aparecimento do Herpes zóster. Casos de Herpes zóster oftálmico podem levar a perda visual significativa.

 

  • Quais são os seus principais sintomas?
    A dor aguda no local da manifestação é o sintoma mais comum do Herpes zóster e a principal complicação da doença é a dor crônica, que pode durar meses ou eventualmente anos. Outros sintomas comuns nos pacientes são: aparecimento de lesões vesiculosas na pele (tórax, abdome e rosto), mal-estar e ardência e perda de sensibilidade.

 

  • Existe prevenção para o Herpes zóster?
    Sim, fale com o seu médico e se informe como proceder. É bom lembrar que pessoas a partir de 50 anos de idade e que já tiveram catapora devem tomá-la, pois estão na faixa de risco. E a maior cicatriz da catapora é o Herpes zóster.

 

Fonte: Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica

Deu uma vontade de comer bolachinha de aveia feita em casa, é muito mais saudável. Ficou bem crocante e não muito doce, bem simples e fácil de preparar. Veja a facilidade e rapidez, você vai querer preparar muitas vezes.

 

biscoito3

1 ovo
1/4 xícara (chá) de óleo de canola
1/3 xícara (chá) de açúcar cristal
1/3 xícara (chá) de uvas passas escuras
2 colheres (sopa) de amendoim torrado e sem casca
1 colher (café) de canela em pó
1 colher (sopa) de baunilha
1 xícara (chá) de aveia em flocos
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento em pó
2 colheres (sopa) de água

Numa vasilha coloque o ovo misture bem e aos poucos vá colocando todos os ingredientes sempre misturando até que fique uma massa uniforme.
Unte uma assadeira antiaderente com um fio de óleo e vá colocando pequenas porções da massa com ajuda de uma colher de chá, dando um pequeno espaço para que não grudem. Com um garfo de uma achatada em cada porção.
Asse-as no forno já pré-aquecido em 200 graus, e depois abaixando para 180 graus até que dourem mais ou menos de 10 a 15 minutos.
Deixe esfriar e guarde num pote de vidro bem rosqueado fora da geladeira.
Rende 28 porções.

 

file

 

Jovens e cozinheiros de primeira viagem não sabem preparar um filet que fique saboroso e no ponto certo e boas dicas ajudam muito.
Quando eu era muito jovem, achava que tinha que grelhar um filet de cada vez, bobagem! Dá para grelhar quantos caibam na frigideira que fica ótimo. E tem mais, eu já deixo os filés temperado e congelado e embalado, é só usar na hora que necessitar. Siga o passo a passo para que você também possa usufruir dessa praticidade.
Uso o filet mignon, carne cara mas se preferir use outro tipo mais em conta.

1/2 k ou um pedaço de filé mignon sem gordura
2 colheres (sopa) de vinagre branco
1 colher (chá) de tempero pronto de alho e sal
Orégano a gosto
1 colher (chá) de páprica doce
1 colher (chá) de óleo de canola

Lave o pedaço de carne na água corrente, em seguida coloque dentro de uma vasilha e banhe toda a carne com vinagre branco para desinfetar.
Enxugue a carne com toalha de papel em seguida corte a carne com uma boa faca na grossura de dois dedos para cada porção, bata cada filet com um martelo ou com a mão fechada só um pouco. Faça isso com todos e reserve.
Numa vasilha coloque todos os temperos, misture bem e passe cada filet nesse tempero dos dois lados colocando todos dentro da vasilha para pegar gosto. Se necessário faça novamente mais tempero para que todos fiquem temperados.
Para congelar, embale um a um em sacos plásticos próprios para congelamento, deixe-os bem esticados.
Coloque um em cima do outro já embalados e para finalizar dentro de um saco, etiquetado com a data e escrito já temperados. Coloque o saco no freezer bem esticado, para ficarem retos.
Na hora que for preparar é só retirar do freezer já congelado e ir direto para a frigideira. Retire os plásticos os que forem utilizados.
Unte uma frigideira antiaderente com um fio de óleo e coloque-os, tampe a frigideira e ligue o fogão convencional em fogo alto. A frigideira tampada é necessária inclusive para não fazer sujeira.
Quando começar a sair fumaça abaixe o fogo, destampe a frigideira e com ajuda de um garfo mexa em cada filet no sentido redondo para que fique tostado.
Vire do outro lado e faça o mesmo processo, isso é feito rapidamente, o ponto é bem tostado por fora cozido por dentro mas não em demasia, a carne não pode ficar seca ou dura, deve ficar bem macia e mais da cor avermelhada.

 

 

Pavê de banana

 

foto-2

Na minha última ida ao supermercado exagerei na compra das bananas, fiquei pensando o que preparar para que não se estragassem. O que seria uma pena, banana tem um sabor incrível, então fiz um pavê e gostei do resultado.
Preparei sem lactose por causa do maridão, e bem light o que é o meu propósito sempre.

7 bananas maduras descascadas e cortadas ao meio

1/2 pacote de bolacha maisena

1/2 (xícara) chá de leite para umedecer as bolachas

Creme
1 litro de leite desnatado
4 colheres (sopa) de amido de milho
4 colheres (sopa) de açúcar cristal
1 colher( sobremesa) de baunilha

 

Calda para caramelizar
3 colheres (sopa) de açúcar cristal
3 colheres (sopa) de água

Farofa para polvilhar
3 bolachas maisena
2 colheres (sopa) de amendoim sem casca e torrado
Canela para polvilhar a gosto

Primeiramente prepare a farofa triturando no liquidificador as bolachas e o amendoim, guarde num recipiente e reserve. Em seguida coloque no liquidificador os ingredientes do creme e bata. Transfira para uma panela pequena e cozinhe em fogo baixo até engrossar e borbulhar.
Numa frigideira de bom tamanho coloque o açúcar cristal para preparar o caramelo, leve ao fogo baixo até que fique no tom caramelo não deixe queimar.
Acrescente a água e vá colocando as bananas para que fiquem levemente cozidas e caramelizadas, vire-as com cuidado do outro lado desligue o fogo e deixe-as dentro da frigideira.
Montagem: num refratário coloque um pouco de creme, em seguida vá colocando as bolachas umedecidas no leite uma a uma para que não amoleçam demais. Cubra com um pouco do creme espalhando bem, coloque as  bananas, polvilhe com a farofa e canela. Vá fazendo camadas até  completar com as bananas, polvilhe com a farofa e canela para finalizar. Leve a geladeira tampado e sirva bem gelado.
Rende 6 porções.

 

polen

 

Resolvi experimentar a Polentina que comprei no supermercado para ver o resultado final. Foi aprovada aqui em casa, mas não segui as dicas da embalagem, preparei a moda da Mina. Gosto do fácil e rápido e acredito que vocês idem, pois o tempo urge e nada de complicações no dia a dia, já que temos mil obrigações.

3 xícaras (chá) de água
3 xícaras (chá) de Polentina
1/4 de uma cebola média picadinha
1 colher (chá) de óleo de canola
Ervas a gosto da sua preferência

Molho
500 gramas de patinho moído só uma vez sem gordura
1 colher (sopa) de vinagre branco
1 cebola pequena bem picada
1 colher (chá) de óleo de canola
1 colher (chá) de tempero pronto de alho e sal
Salsa e cebolinha picadas a gosto
1 colher (café) de orégano
Molho de tomate a gosto
1 colher (sopa) de catchup
1 colher (sobremesa) de mostarda
1 colher (sobremesa) de molho inglês
1 colher (sobremesa) de shoyu
Queijo parmesão ralado

Primeiramente faça o molho de carne, recomendo moer a carne só uma vez e não duas, para que a carne quando estiver cozida não fique endurecida e seca. Numa panela coloque o óleo, o tempero de alho e sal e a cebola refogue até que dourem, coloque a carne, por cima o vinagre, refogue a carne rapidamente, e acrescente todos os ingredientes sempre misturando, assim que a carne estiver cozida desligue o fogo para que a carne não fique dura e reserve.
Em outra panela coloque o óleo e a cebola, refogue até que doure, acrescente a água e as ervas, deixe aquecer até quase ferver, diminua o fogo e coloque a Polentina sempre misturando até que fique uma massa bem cozida.
Decore cada prato com a polenta por cima o molho e polvilhe com o queijo ralado. Aqueça o prato tampado no micro na hora de servir por 1 minuto e 40 segundos. Rende 3 porções.
Não congele.

Bolo nega maluca

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Bolo é sempre muito bem vindo em todas as ocasiões, com tantos sabores diferentes é uma verdadeira maravilha.
Preparei de forma light, já que usei achocolatado. Acrescentei na receita amido de milho que dá uma leveza e deixa o bolo fofo.

1 xícara (chá) de leite desnatado
1/4 xícara (chá) de óleo de canola
2 ovos inteiros
1 colher (sobremesa) de baunilha
3/4 xícara (chá) de açúcar cristal
1 xícara (chá) de achocolatado
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 colheres (sobremesa) de amido de milho
1 colher (sopa) de fermento em pó

Cobertura
1 xícara (chá) de leite desnatado
4 colheres (sopa) rasas de achocolatado
2 colheres (sopa) rasas de amido de milho
1 colher (chá) de baunilha
1 colher (sopa) rasa de óleo de canola

Massa do bolo
Numa vasilha coloque a farinha de trigo, amido de milho, e o fermento em pó, misture bem com o batedor. No liquidificador coloque o restante dos ingredientes e bata bem. Misture o liquido batido aos poucos na vasilha até que a massa fique bem incorporada.
Unte uma forma com óleo e polvilhe farinha de trigo, despeje a massa, leve ao forno médio até que o palito saia seco.
Se preferir faça no micro conforme já ensinei anteriormente, tomando todos os cuidados necessários para o manuseio correto do micro.
Não esquecer de umedecer com o leite aquecido o bolo feito no micro sempre após o cozimento.

Cobertura
Dissolva o amido de milho aos poucos com o leite e o achocolatado para não empelotar, e junte aos poucos o restante dos ingredientes da cobertura sempre misturando. Coloque tudo numa panela pequena e leve ao fogo baixo até que engrosse e borbulhe. Cubra o bolo já desenformado com toda a cobertura espalhando muito bem. Conserve o bolo num pote tampado dentro da geladeira.
Não congele.

 

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