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Archive for maio \26\UTC 2011

Dia 26 de maio é o dia de combate ao Glaucoma.
O glaucoma é uma doença ocular que provoca lesões no nervo ótico e é causada principalmente, pela elevação da pressão intraocular.
Silenciosa, pode levar a cegueira se não tratada. Segundo especialistas, essa doença é responsavel pelo maior número de casos de perda de visão no mundo e geralmente é descoberta tardiamente. O conselho de Oftalmologia Brasileiro (COB) estima que o problema afete 985 mil pessoas no Brasil e 600 mil delas não sabem que estão doentes.

A doença pode ser desencadeada por uma série de fatores, tais como o sedentarismo, falta de exercícios regulares, idade avançada, histórico familiar e, principalmente, pressão intraocular elevada. O glaucoma crônico costuma atingir pessoas acima de 35 anos de idade e se não for tratado, pode levar à perda de visão gradativa e até mesmo a cegueira.

Estudo realizado por Paul T. Williams, do laboratório de Berkeley, nos Estados Unidos, mostra que o sedentarismo e a falta de exercícios físicos regulares também podem ser fatores de risco para o surgimento do glaucoma. No inicio de maio desse ano, foi publicado na revista Nature Genetics um estudo realizado pela Universidade de Flinders, na Austrália, que identificou dois novos genes que podem auxiliar no tratamento da doença.

O estudo australiano concluiu que 18% da população do país possui variações de risco nestes dois genes, o que significa que essas pessoas têm três vezes mais chances de desenvolver glaucoma severo. O resultado da pesquisa pode ajudar a identificar pacientes com maior risco de ficarem cegos.

O glaucoma geralmente não apresenta sintomas, o que dificulta a detecção da doença. Para prevenir, o COB recomenda a consulta regular de um oftalmologista, em especial para pessoas maiores de 40 anos e com histórico da doença na família. Uma vez diagnosticado o glaucoma, a pressão interna do olho poderá ser controlada com o uso de colírios especifícos.
Como é uma doença crônica, esse tipo de tratamento dura toda a vida.

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Fonte: press release, SV Comunicação
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A cenoura é rica em vitaminas A e B, bastante nutritiva, contém sais minerais como fósforo, cloro, potássio, cálcio e sódio, necessários para o bom equílibrio do organismo.
A abóbora é rica em vitaminas A e B, contém licopeno, sais minerais como cálcio e fósforo, também é considerada laxativa e diurética.
Muito versáteis, tanto a abóbora como a cenoura, podem ser preparadas de várias maneiras como salgado ou em doces. Mais uma receita do livro DIETA SUAVE.

75  grs. de cenoura ou abóbora cozida
1/4 de xícara (chá) de água morna
1 ovo inteiro
2 colheres (sopa) de óleo de canola
1/2 xícara (chá) de açúcar
1 1/4 de xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó

Bata no liquidificador todos os ingredientes, menos a farinha e o fermento em pó.
Numa vasilha, junte a farinha e o fermento em pó e, aos poucos, vá misturando com o líquido batido, como se fosse um bolo. Despeje a massa em uma forma de bolo inglês, untada com óleo e polvilhada com farinha de trigo. Deixe crescer. Leve ao forno convencional por mais ou menos 20 minutos ou até que, espetando a massa com um palito, este saia seco. Não pode ser congelado.
8 porções, 181 calorias por porção.

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Desde a antiguidade, a boa alimentação dos países do leste europeu e de outras regiões desse continente, a batata sempre foi usada por ser o alimento nutritivo e preferido desses povos.

Batata é rica em carboidratos e amido, possui uma baixa quantidade de gordura. Contém vitaminas do complexo B e C, ferro, potássio, cálcio e fósforo.
Ser for consumida ao natural, as cem gramas de batata possui em média 65 calorias. Ao ser consumida frita este número cresce e muito.

É bastante utilizada na culinária em saladas, acompanhamentos de carnes, frango ou peixe, muito apreciada também em pures e fritas.
Mais uma receita do livro DIETA SUAVE.

Recheio:
1 colher (chá) de óleo de canola
1 cebola grande fatiada
1 kg de batata descascada lavada, cozida e passada no espremedor
1 colher (chá) de tempero pronto de alho e sal

Massa:
1 ovo inteiro
1/4 de xícara (chá) de água quente
2 colheres de sopa de óleo de canola
1/2 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de fermento em pó
1 colher (sopa) de vinagre
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
Nóz-moscada para polvilhar a massa

Faça o recheio: em uma panela com óleo, refogue o tempero e a cebola até que fique bem dourada. Misture o refogado à batata espremida, coloque num prato e reserve.

Faça a massa: em uma vasilha, misture todos os ingredientes até que se desprenda das mãos.

Divida a massa em 4 bolas iguais e abra cada uma com um rolo. Divida o recheio em 4 porções iguais. Distribua cada porção de recheio ao longo de cada massa e enrole como rocambole.
Coloque as tortas em uma assadeira untada, com um fio de óleo e enfarinhada polvilhe-as com noz-moscada. Leve ao forno convencional até que dourem.
Pode ser congelada e, para descongelar, leve ao micro por 5 minutos.
10 fatias, 203 calorias por fatia.


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Quando suspeitar se um indivíduo tem diabetes?

Os sintomas clássicos do diabetes são muita sede, muita vontade de urinar, muita fome, cansaço, turvação da visão e emagrecimento. Tais sintomas, entretanto, podem estar ausentes. Assim algumas pessoas poderão já estar diabéticas por longo período antes que se estabeleça o diagnóstico.
Por esse motivo, existem programas de rastreamento do Diabetes que visam diagnosticar precocemente a doença.

Como é feito o rastreamento e em quem deve ser realizado?

O rastreamento do diabetes mellitus é realizado por meio da dosagem da glicose no sangue. Existem fatores de risco que predispõem ao diabetes. Dois ou mais desses fatores presentes num indivíduo aumentam o risco para o desenvolvimento da doença.
A lista abaixo cita alguns desses fatores. O médico assistente, baseado na hístória e no exame físico de cada paciente, é quem definirá se este possui fatores de risco e quando a dosagem da glicose no seu sangue estará indicada.

  • Indivíduos com mais de 45 anos

  • Pais, filhos ou irmãos com Diabetes Mellitus

  • Obesidade

  • Vida sedentária

  • Algumas alterações das gorduras no sangue

  • Pressão alta

  • Problemas nas coronárias que predispõem ao infarto

  • Nas mulheres, história de diabetes mellitus em gestações anteriores

Como é feito o diagnóstico de diabetes?

A maneira mais prática de se fazer o diagnóstico é pela dosagem da glicose em jejum, podendo ser necessária uma segunda dosagem para a confirmação, a critério do médico assistente.
Quando o mesmo com duas dosagens, os níveis obtidos na dosagem da glicose em jejum não esclareceram o diadnóstico, o médico poderá solicitar o teste oral de tolerância à glicose (TOTG), que consiste em fazer uma sobrecarga de glicose através da ingestão de um líquido bastante açucarado, para se avaliar o quanto a glicose sanguínea se elevará. Nesse caso, além de uma primeira coleta em jejum, uma outra duas horas após, ou conforme determinar o médico.
Observação: em grávidas, este teste pode ou não ser realizado de formas alternativas, com quantidades diferentes de açúcar na solução e com tempos diferentes de coleta após a injestão de solução.

O que é diabetes mellitus?

É uma sindrome de etiologia múltipla, decorrente da falta de insulina ou da incapacidade da insulina exercer adequadamente o seu efeito. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas células betapancreáticas, fundamental na metabolização utilização da glicose, principal fonte de energia do organismo. Consequentemente à diminuição ou falta de ação da insulina ocorre a elevação da glicose no sangue hiperglicemia, que caracteriza o diabetes.

Como é feito o tratamento do diabetes?

DM1: o tratamento com insulina está sempre indicado já que existe perda grave na função das células beta-pancreáticas responsáveis pela prodção da insulina.
DM2: o tratamento com antidiabéticos orais geralmente consiste na primeira opção terapêutica neste grupo de pacientes.

Estes medicamentos podem agir de três formas principais:

  • Aumentando a produção de insulina

  • Melhorando a ação da insulina no organismo

  • Diminuindo a absorção de carboidratos  pelo intestino e consequentemente Diminuindo o aporte de glicose ao organismo.

Em casos selecionados, a insulina também pode ser necessária para o paciente com diabetes tipo 2, associada ou não a medicamentos orais.

O que significam os termos diabetes mellitos tipo 1 DM1 e diabetes mellitus tipo 2 DM2?

O DM1 é o mais frequente em jovens e se caracteriza, principalmente, pela produção insuficiente de insulina pelo orgaismo em consequência de falência das células betapancreáticas, células responsáveis pela produção da insulina.
O DM2 é mais frequente em adultos, muitos deles obesos. Nesse caso, o organismo pode produzir alguma quantidade de insulina, mas essa não consegue agir adequadamente nas células do corpo para exercer a transformação da glicose em energia, habitualmente, em função de aumento da resistência periférica à ação da insulina.

Ouvi falar na insulina inalável, já uma realidade no Brasil?

O mercado já dispõe da insulina inalável. Essa insulina, entretanto, não é recomendada para todos os pacientes, é importante que seu médico seja consultado antes de iniciar o uso da medicação.

Como previnir o diabetes mellitus?

Indivíduos predispostos a apresentar diabetes poderão evitar ou, pelo menos, retardar o aparecimento da doença com hábitos alimentares saudáveis, com a manutenção do peso adequado e evitando o sedentarismo.

O diabetes mellitus tem cura?

Ainda não tem cura, mas existem algumas linhas de pesquisa que visam a cura do diabetes:

  • Transplante pancreático

  • Transplante de ilhotas pancreáticas

  • Bioengenharia com células tronco

  • Pâncreas virtual

  • Regeneração de ilhotas pancreáticas

Todas as linhas de pesquisa citadas acima estão ocorrendo simultaneamente visando a cura do diabetes, no entanto, nenhuma técnica é satisfatória no momento. Não tem cura, porém tem tratamento e o controle rigoroso da glicose no sangue.
A glicemia é fundamental para prevenir as temidas complicações da doença. Neste contexto é recomendado seguir rigorosamente as recomendações médicas que habitualmente incluem:

  • Reeducação dos hábitos alimentares, por meio de uma alimentação equilibrada, tanto em qualidade como em quantidade.

  • Aumento da atividade física, com exercícios físicos regulares, após a avaliação e conforme prescrição médica.

  • Uso regular das medicações prescritas pelo médico.

Quais as consequências do diabetes mal controlado?

As complicações geralmente ocorrem a longo prazo e incluem danos, disfunção e até falência de vários órgãos, especialmente rins, olhos, nervos, coração e vasos sanguíneos. Como geralmente evoluem silenciosamente, os sintomas podem demorar a ser percebidos e por isso, a avaliação médica periódica é muito importante.

Quais as causas do diabetes?

Esta é uma doença causada porfatores genéticos e ambientais, ou seja, o indivíduo nasce com a presdiposição para desenvolver o diabetes, sendo que fatores ambientais como a obesidade, quadros infecciosos, traumas emocionais e gravidez entre outros, podem favorecer o seu aparecimento.

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Orientações: Medicina Diagnóstica DELBONI AURIEMO  www.delboniauriemo.com.br

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MARCAPASSO

Mitos e verdades sobre o marcapasso cardíaco artificial

O Dr. Alessandro Kraemer, cardiologista e eletrofisiologista do Hospital do Coração e Hospital Vita Batel de Curitiba, Paraná, nos fala sobre mitos e verdades a respeito dos marcapassos cardíacos artificiais.
O coração normal tem capacidade para gerar automaticamente um impulso elétrico que se propaga por fios naturais até alcançar toda a área cardíaca, fazendo com que o músculo se contraia por inteiro de forma sincrônica e coordenada.
Doenças cardíacas podem danificar os fios elétricos naturais, fazendo com que parte do coração não o receba.
Nesta circunstância, esta parte do coração simplesmente não se ativa e, portanto não se contrai, gerando um coração parado que aguarda um comando elétrico que não chega e que clinicamente é conhecido como parada cardíaca em assistolia – ausência de sístole ou ausência de pulso.
Marcapassos cardíacos são dispositivos criados para gerar impulso elétrico que induz o coração a uma contração muscular natural capaz de gerar um pulso – batimento cardíaco. Não fazem com que o coração bata mais forte, apenas o fazem simplesmente bater.
O nome mais correto para tais dispositivos seria geradores de pulso como derivado inglês pacemakers. O que se pretende com um implante de marcapasso é tão somente substituir o fio natural degenerado por um fio artificial chamado eletrodo.
Como tal eletrodo não gera eletrecidade automaticamente como o tecido natural do coração, este é conectado a uma caixa geradora de eletrecidade química que é o popular marcapasso, instalado embaixo da pele próximo à clavicula do paciente (pode ser instalado em qualquer outro local do corpo). O eletrodo – fio do marcapasso é conectado a esta caixa geradora de eletricidade e alcança o coração como qualquer sangue que retorna dos braços e pernas para o coração.
Assim sendo, uma anestesia local embaixo da pele é suficiente para o implante do marcapasso, não sendo, portanto, uma cirurgia cardíaca propriamente dita – não se faz necessário abrir o tórax como numa cirurgia cardíaca de ponte de safenas ou válvulas a céu aberto.
Ao contrário do que o senso comum diz, o marcapasso não encurta a vida do paciente, nem tão pouco é responsavel por sua morte. Pelo contrário, o marcapasso prolonga a sua vida natural sem restrições folclóricas e absurdas.
O portador de marcapasso tem uma vida perfeitamente normal.

O mito criado sobre o marcapasso ocorre em função da doença cardíaca que levou o paciente a precisar deste dispositivo. O simples desgaste dos fios normais do coração garantiria uma vida normal sem restrições físicas ao paciente portador de marcapasso, podendo este realizar atividade física, exceto aqueles que remetessem o paciente a algum tipo de trauma como futebol, etc.
Já uma doença cardíaca causada por infarto agudo do miocárdio extenso, condição em que o coração fica realmente mais fraco quando o paciente sobrevive ao evento agudo, limitará o paciente a pequenos esforços, não em função do marcapasso, mas em função de sua doença de base mais grave, que, esta sim, pode encurtar a vida do paciente, independentemente da presença ou não do marcapasso.
Embora um marcapasso possa gerar pulsos elétricos ao infinito, um coração ainda assim pode parar de funcionar, pois o pulso é a consequência de uma contração muscular cardíaca – depende portanto, de um músculo forte capaz de se contrair – não dependendo exclusivamente de uma estimulação elétrica natural ou artificial.
Corações muito fracos param por incapacidade contrátil, por mais estimulação artificial que possam receber dos marcapassos.
Assim sendo, um marcapasso não tem a capacidade de manter a vida eterna de um coração saudável ou doente.
Marcapassos são construidos para serem programados de forma personalizada a cada paciente. Esta programação é feita atravéz de telemetria – ondas de rádio que se comunicam com o aparelho como um controle remoto ou como um telefone celular, não sendo necessário cortar o paciente para ajustar o marcapasso.
A telemetria tem duas finalidades básicas: programação individual do marcapasso para ajuste a cada paciente, e avaliação das funções básicas do marcapasso e de sua bateria para estimular a vida útil do aparelho.
Marcapassos foram projetados para nunca pararem de funcionar, exceto ao se acabar sua bateria; mas estão expostos a falhas como qualquer dispositivo eletrônico. Em função disso foram criados mecanismos de redundância capazes de substituir uns aos outros em caso de falha de um deles. Para um marcapasso falhar de verdade e com isso levar o paciente que necessita dele a uma parada cardíaca, seria necessário um defeito em cada mecanismo de redundância.
Como a telemetria, entre outras razões, é feita semestralmente para justamente avaliar as funções do marcapasso se estão adequadas, tais alterações ficam visíveis e assim é possivel para o médico adiantar-se frente a um defeito grave que esteja acontecendo, antes que ele venha de fato a comprometer a vida do paciente.

Em outras palavras, um marcapasso pode estar apresentando defeito e isso nunca é percebido pelo paciente. O defeito só será descoberto se o paciente comparecer às visitas médicas de avaliação do marcapasso a cada 4 ou 6 meses, obrigatórias.

Existem outros mitos referentes aos marcapassos, entre eles os de interação com aparelhos eletrônicos, micro-ondas, celulares, controles remotos, portas de banco, detectores de metal de aeroportos, etc.

Como regra básica, trata-se apenas de mitos, havendo nenhuma ou muito pouca verdade entre eles. Em outra oportunidade poderemos discutir tais assuntos com maiores detalhes e discutir os diferentes tipos de marcapassos existentes.

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Fonte: Revista Vital-Publicação da Rede Vita de Hospitais www.redevita.com.br
Jornalista responsavel João Carlos de Brito. Publicada por Dr. Tufi Dippe Jr. 

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Agora que chegou o frio, uma sopa é sempre bem-vinda, muito bom para aquecer. Foi o suficiente para o meu almoço, ficou bem grossa e nutritiva, e passei a tarde inteira sem sentir fome. Para isso é preciso tomar uma boa quantidade de sopa. 

2 coxas e 2 sobrecoxas, sem pele, sem gordura e bem lavadas
3 cenouras raspadas, cortadas em pedaços grandes e lavadas
4 batatas médias descascadas, cortadas em 4 partes e lavadas
2 tomates lavados cortados ao meio
1 cebola lavada cortada ao meio
1 colher (chá) bem cheia de tempero pronto de alho e sal
1 talo de salsão ou salsa e cebolinha picadas
1 litro de água filtrada
4 colheres (sopa) de aveia em flocos
4 colheres (sopa) de água filtrada para hidratar a aveia 

Numa panela de pressão coloque todos os ingredientes, reserve a aveia e a água para hidratar.
Tampe a panela e coloque em fogo alto até apitar, abaixe o fogo de deixe cozinhar por 30 minutos. Destampe a panela já fria, coloque 1 xícara de água filtrada fria no liquidificador, acrescente os tomates, a cebola, um pouco da cenoura, umas batatas, toda salsa ou o talo de salsão, liquidifique e reserve.
Num prato desfie os frangos e acrescente na panela, coloque o que foi liquidificado na panela misture, numa vasilha hidrate a aveia com a água, junte na panela e misture bem.
Leve a panela ao fogo sem tampar misture e deixe engrossar por alguns minutos. Pode ser congelado.
Rende 4 porções grandes.

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Feijão tem um alto valor nutritivo, contém ferro tão importante para o nosso organismo. Possuie uma boa quantidade de fibras, sais minerais, potássio, fósforo e cálcio.
No Brasil podemos comer feijão todos os dias, um excelente complemento junto com arroz e possuimos uma grande variedade de feijões.

Podemos comer todos os dias, mas não mais que uma concha de feijão, junto com três colheres sopa rasas de arroz para não engordar, complemente o prato com salada, legumes, verduras ou um filé de frango, carne ou peixe.
Lembre-se que o prato não deve ser cheio, de tudo o que mencionei coloque pouca quantidade.
As crianças devem comer feijão todos os dias assim como os adultos, aproveite e comprove os benefícios do feijão.
Esta receita é mais uma do livro DIETA SUAVE. Se você resolveu fazer o seu feijão bem na hora do almoço e não deu tempo de ficar de molho de véspera, faça o seguinte: escolha o feijão, lave, coloque numa panela e ferva, depois escorra toda a água, coloque na panela de pressão e siga a receita.
Faça isso para que o feijão não pese no estômago e não forme gases. E ao ficar de molho de véspera, escorra a água e coloque outra no mesmo processo. Experimente e veja a diferença.

1/2 quilo de feijão
9 xícaras (chá) de água filtrada
1 colher (chá) de óleo de canola
1 colher (chá) de tempero pronto de alho e sal
1 cebola pequena picada
1 tomate picado

Coloque o feijão na panela de pressão conforme a explicaçnao acima. Junte 8 xícaras de chá de água. Tampe a panela e leve ao fogo. Cozinhe em fogo alto até a panela começar apitar, abaixe o fogo e cozinhe por 20 minutos. Só abra a panela depois que tiver saido toda a pressão. Bata no liquidificador uma xícara de chá de água fria com uma concha do feijão cozido. Reserve.
Numa panela, refogue o tempero, a cebola e o tomate com o óleo, até ficar macio. Junte o feijão batido, misture e acrescente o restante do feijão. Tampe com a tampa na panela de pressão, deixe cozinhar por mais 10 minutos, destampe a panela, mexa e cozinhe mais um pouco para tomar o gosto e engrossar. Se quiser mais caldo, acrescente mais uma xícara  de chá de água.
Pode ser congelado, faça em quantidades maiores para poder congelar em porções individuais. Para descongelar, leve ao micro por 3 minutos cada porção.
12 porções, 146 calorias por porção.

DICA: você deve variar a receita utilizando feijão branco, lentilha, grão de bico ou outros tipos de feijão também  como o preto.


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